30 de jun. de 2009

COMPOSIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR DA GESTÃO DE PESSOAL

A gestão de pessoas diz respeito a um conjunto de políticas e práticas definidas pela Seduc, como mantenedora da rede estadual de ensino, em consonância com a legislação vigente, tendo como objetivo orientar, apoiar e organizar o comportamento dos profissionais e as relações interpessoais, no ambiente de trabalho, observando a legislação vigente e visando a melhoria da qualidade da aprendizagem dos estudantes da Rede.
A organização escolar compreende todos os órgãos necessários ao funcionamento da Unidade Escolar, abrangerá os seguintes serviços:

1. Direção Geral
2. Vice-Direção
3. Secretario Geral
4. Equipe Docente
5. Coordenação Pedagógica
6. Professor de Apoio
7. Serviço de Apoio Técnico-Administrativo Educacional
8. Agente Administrativo Educacional - Auxiliar administrativo
9. Agente Administrativo Educacional - Auxiliar de Serviços Gerais
10. Agente Administrativo Educacional - Vigia
11. Dinamizador de Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação
12. Dinamizador de Laboratório de Ciências
13. Coordenador de Merenda Escolar
14. Dinamizador de Biblioteca
DIMENSÕES DA ESCOLA
A) Dimensão física
Salas de Aula - 12
Sala de Direção - 01
Quadra Esportiva - 01
Biblioteca - 01
Sala Professores - 01
Depósito - 01
Sala Informatizada - 01
Coordenação - 01
Laboratório de ciências - 01
Laboratório de Informática - 01
Secretaria - 01
Cozinha - 01
Rádio Escolar -01
Almoxarifado - 01
Banheiros - 08
Vestiário - 02


B) Sala ambiente / Sala Informatizada e informatização da escola.

A escola possui uma sala informatizada com 22 computadores, conectados à Internet de fibra ótica, cujos alunos são estimulados a utilizar as ferramentas de informática de forma criativa e relacionadas aos diversos saberes. Além disso, a secretaria e sala de professores também estão informatizadas com acesso à internet.
Como parte da informatização, a escola possui ainda três televisores equipados com DVD, três aparelhos de som e um Data show.
As doze salas de aula são equipadas com material didático referente a disciplina que é Ministrada.
Normas de convivência da comunidade escolar


O/a aluno/a que faltar às atividades de avaliação ou em dia de entrega de atividades solicitadas pelos/as professores/as, deverá apresentar justificativa, (atestado médico, atestado de trabalho e/ou justificativa por escrito ou pessoal dos pais e/ou responsáveis), no dia em que retornar às aulas. Cabe a/ao aluno/a, combinar com o/a coordenação e com professor/a a data para realizar a Avaliação. Na falta do/a professor/a em dia de Avaliação, a mesma se realizará na aula seguinte.
1. O/a aluno/a que precisar se ausentar da Unidade Escolar por algum motivo, deverá obter junto à Coordenação de Turno autorização por escrito e deverá apresentar a/ao Professor/a da classe e ao vigilante no portão de saída da escola.
2. O/a aluno/a que chegar à Unidade Escolar após o horário do sinal de entrada, deverá pedir permissão para o/a professor/a de sala, nos primeiros 05 minutos, no caso dos alunos do turno matutino e vespertino e após a segunda aula se for aluno do turno noturno.
3. Se persistir as chegadas tardias, o/a aluno/a será advertido pela Coordenação de Turno e os pais e/ou responsáveis serão comunicados.
4. Em horário de aula, o/a aluno/a que estiver fora de sala, será advertido pela Coordenação de Turno ou pela Direção.
5. O estudante não poderá interromper aula em outra sala.
6. O estudante do período Diurno e noturno deverá apresentar-se na Unidade Escolar devidamente uniformizado.
7. Não é permitido o uso de aparelhos de som portátil, telefone celular, bonés, toucas e capuz que escondam o rosto e atrapalhem a visão; revistas pornográficas, baralhos, estiletes e outros objetos pontiagudos que desviem a atenção das aulas ou possam causar lesões. O Colégio não se responsabiliza pela perda ou extravio desses objetos. Em caso de celular, este deverá permanecer DESLIGADO durante as aulas.
8. Não será permitido para as alunas o uso de roupas inadequadas ao ambiente escolar como: saias e shorts curtos, mini- blusas, transparências, decotes.
9. Cabe a comunidade escolar cooperar e zelar pela limpeza e conservação da Unidade Escolar. As dependências da escola serão entregues limpas, no início de cada período de aula, e deverão ser entregues no mesmo estado.
10. O membro da comunidade escolar que danificar o patrimônio propositalmente deverá ressarcir a escola dos danos causados. No caso de riscos em paredes e carteiras, as mesmas deverão ser limpas, caso a limpeza não seja suficiente para restaurar as condições originais do bem, poderá ser solicitado ao autor do fato à pintura da parede e/ou da carteira. O/a autor/a do dano, não sendo identificado, toda a turma responderá pelo fato.
11. Será permitida a permanência de alunos/as em áreas específicas a professores/as, funcionários/as e direção, somente quando convidados e estando acompanhados por pessoas responsáveis pelo respectivo setor.
12. O membro da comunidade escolar que desrespeitar, ofender, agredir, desacatar com palavras, atos e gestos, qualquer outro membro da comunidade escolar será advertido pelo setor competente.
13. Não é permitido fumar nas dependências da Unidade Escolar.
14. Nenhum membro da comunidade Escolar poderá apresentar-se na U.E. alcoolizado ou sob efeito de substâncias tóxicas ilícitas. No caso de alunos/as, os pais serão comunicados imediatamente e, quanto aos outros membros caberá a Direção da U.E. tomar as medidas cabíveis.
15. É proibido ao aluno/a portar qualquer tipo de arma, mesmo as de brinquedo, materiais inflamáveis e/ou explosivos.
16. Todos os membros da comunidade escolar deverão ser informados destas normas e aplicá-las.
17. Em caso do não cumprimento de alguns dos itens desta NORMA DE CONVIVÊNCIA da comunidade escolar, acarretará em: ADVERTÊNCIA VERBAL E/OU ESCRITA, CONVOCAÇÃO DOS PAIS/RESPONSÁVEIS À UNIDADE ESCOLAR para encaminhamentos.
18. A coordenação deverá conversar com alunos/as que estejam namorando nas dependências da U.E.
19. Os membros da Comunidade Escolar (aluno/a, professor/a, coordenação e direção), só poderão ausentar-se da U.E. informando e com autorização.

25 de jun. de 2009


O Colégio Estadual Stellanis Kopanakis Pacheco começou a funcionar no ano de 1972, no ano seguinte foi autorizado seu funcionamento de acordo com a Lei 1054, para atender a necessidade da população regional. Nesta época, o colégio tinha o seguinte nome: Complexo Escolar.
Como o colégio não tinha sede própria, funcionou do ano de 1972 a 1978 na Escola Porantécnica e a partir daí mudou para o prédio da Escola Estadual D. Gercina Borges Teixeira e oferecia os cursos: Técnico em Contabilidade, Técnico em Magistério e Técnico em Agropecuária.
O Curso Técnico em Agropecuária funcionou no ano de 1972 a 1980; o Técnico em Contabilidade do ano de 1972 a 2000; o de Habilitação para o Magistério de 1972 a 2002; o curso Não Profissionalizante de 1991 a 1995, retornando em 1998 até os dias atuais com o nome de Ensino Médio Regular. A Unidade Escolar também ofereceu a 2ª fase do Ensino Fundamental de 1996 a 2001.
Do ano de 1972 a 1980 a escola foi administrada pelos seguintes gestores indicados politicamente (cargo de confiança) Ivanildes Pereira de Almeida Sales, Maria Efigênia Calemam, Dr. Francisco Assis Menezes, Maria Efigênia Calemam, Ivany Dias Barros Garção, Genilda Pereira Batista.
Adalcina Maria de Jesus foi nomeada em 1991, através de eleições democráticas e depois da sua gestão, o colégio voltou a ser novamente dirigido por gestores indicados politicamente, sendo eles: Brasilina Maria de França, Stellanis Kopanakis Pacheco e Maria Aparecida Alves de Araújo.
No ano de 1978 quando a diretora Maria Efigênia Calemam e sua equipe assumiram a direção, trabalharam para adquirir prédio próprio, como não conseguiram, invadiram o prédio do atual Colégio Estadual Tomaz Martins da Cunha, por lá permaneceram algum tempo, depois mudaram novamente para o prédio do atual Núcleo Tecnológico Educacional.
Por volta dos anos de 1980 foi extinto o Curso de Agropecuário por falta de profissionais qualificados na área. Nessa época passava por muitas dificuldades e sua equipe foi mobilizada para conseguir melhorias no ensino e inserir o Projeto de Revitalização do Magistério que impulsionou o curso, pois tinham treinamentos para professores e muitos recursos didáticos e pedagógicos.
Em 1985, o Senhor Francisco Dias fez a doação do terreno para ser construído o prédio da escola, que passou a chamar-se Colégio Estadual de Porangatu, funcionando no período diurno e noturno com oito salas de aula. A sua inauguração deu-se neste ano e permaneceu com essa estrutura até 1991, quando foi construída mais uma sala de aula.
Em 2000 os diretores voltaram a ser escolhidos por eleições democráticas e por esse processo a escola elegeu Maria de Lourdes Vidal Pereira Paiva, no ano de 2003 o professor Jusmar Pereira Dias, em 2005 a professora Hélia Maria Pereira Jorge e em 2007 a professora especialista Vanessa de Almeida Carvalho, atual gestora.
Quando a professora Maria de Lourdes Vidal Pereira Paiva assumiu a gestão, o colégio passou a chamar-se Colégio Estadual Stellanis Kopanakis Pacheco, pois anos anteriores houve o falecimento da diretora Stellanis Kopanakis Pacheco e de acordo com o decreto nº 13979 06/12/2001, para homenageá-la o colégio recebeu o seu nome.
O Colégio passou por uma ampla reforma em 2004, na qual houve significativa mudança na estrutura física: construíram mais 03 salas de aulas fazendo um total de 12 salas de aula; 01 laboratório de Informática e 01 laboratório de ciências. Ampliação: da cozinha; dos 02 banheiros; sendo mais 02 banheiros para deficientes e 01 banheiro na secretaria; quadra coberta com 02 banheiros, 02 vestiários e uma sala de esportes; manutenção na cobertura em parte do pátio (construído no mandato da diretora Lourdes Vidal); 01 sala para professores; 01 sala para direção; 01 sala de almoxarifado; 01 sala de coordenação; 01 sala de rádio; 01 biblioteca; 01 depósito.
Mesmo o colégio já desenvolvendo ações valorizando a diversidade foi a partir de 2005, com a matrícula de Rivaldo Pereira da Costa portador de Deficiência Auditiva (DA), que o colégio passou a ser considerado inclusivo.
No ano de 2008 tivemos o aluno Fernando Faria da Paixão 3° matutino; Cláudio Rodrigues da Silva, Deivid Barbosa de Morais (aprovado no vestibular de Educação Física pela UEG) do 3° ano vespertino que também são DAs e recebiam acompanhamento de professores interpretes. Em 2006 trabalhava como interprete Grislaine Belo de Souza, Geiciane Belo de Souza, e Lelma Nunes Silva. Hoje contamos apenas com a interprete Eloísa Aparecida da Silva Ávila acompanhando o desenvolvimento dos alunos do 1º ano do turno vespertino, Lucas e Luciano. Em 26 de maio de 2009 o aluno DA Lucas foi selecionado pela OCDE para participar da avaliação Internacional-PISA 2009.
O prédio em (2008) encontrava-se em bom estado de funcionamento, boa qualidade de ensino, quadro de professores qualificados e há 02 anos contava com o fornecimento da merenda escolar para os alunos do ensino médio. A merenda é produzida na cozinha da própria escola por uma equipe de três merendeiras e sob a orientação da supervisora da merenda Elizângela Gabriel de Pádua Souza.
A escola localizada na zona urbana (Rua 03 esq. c/16 s/n°, centro, Porangatu) atendendo alunos tanto da zona urbana quanto da zona rural. Estão em funcionamento 12 salas de aula no turno matutino. (1° A, B, C, D, E; 2° A, B, C, D e 3° A, B, C), 09 salas no turno vespertino (1° F, G, H, I; 2° E, F, G e 3° D, E); e no noturno são 10 turmas (1° J, K; 2° H, I, J, K e 3° F, G, H, I). A biblioteca, quadra esportiva, laboratório de ciências e de informática funcionam nos três turnos atendendo as necessidades de melhoria no processo de ensino aprendizagem. A biblioteca e os laboratórios de ciências e informática passaram a ter uma carga horária de 21 h/a nos turno matutino e vespertino e 14 h/a no noturno.
O colégio Estadual Stellanis passou por um intenso processo de mudança. No início do ano letivo 2009 a equipe gestora em vigor, em parceria com a comunidade escolar refez toda a pintura da parte interna das 12 salas de aula (com verbas de doações), mudou a porta da biblioteca para realizar o atendimento dos alunos de outros turnos sem prejudicar o andamento das aulas. Implantou o projeto das Salas ambiente, este se tornou o primeiro colégio com salas ambiente na regional de Porangatu. A proposta das salas ambiente permitiu melhorar a disciplina escolar e principalmente aperfeiçoar a prática pedagógica do professor. Nesta nova proposta temos a sala 01 para as disciplinas de Arte, Filosofia e Ensino Religioso; a sala 02 para Língua Espanhola; a 03 para Língua Inglesa, as salas 04 e 12 para Língua portuguesa; a 05 para Geografia; a 06 para História; as salas 07 e 08 para Matemática; a 09 para Química; a 10 para a disciplina de Física e a sala 11 para Biologia. Cada sala esta organizada com material didático de acordo com a disciplina. Foi colocada uma placa para ser utilizada como mural em cada sala, na sala 06 esta instalada um suporte com TV e DVD para facilitar as atividades dos professores, além disso, todas as salas tiveram os quadros negros reformados, instalamos trilhos para colocar cortinas nas salas por causa do excesso de luminosidade, anexamos caixa de som uma em cada sala para dar avisos e tocar os sinos musicais (Rádio Escola), cesto de lixo e prateleira e/ou armários em todas as salas para que os professores possam guardar seus materiais. Os livros didáticos de Língua Portuguesa, Geografia, Matemática, Química, Física, Biologia e História. Este ano de 2009, foram repassados um livro de cada disciplina (sendo 7 no total) a cada aluno como é de costume mais também ficou uma coleção de 40 livros em cada sala correspondente a disciplina da sala, para que os alunos possam usar os livros recebidos para fazerem suas atividades em casa e não precisando traze-los para o colégio devido o fato de terem os livros em sala para serem utilizados durante as aulas.
Com a implantação das salas ambiente, as aulas passaram a ser conjugadas e entre a segunda e terceira aula toca a música para os alunos trocarem de sala, depois do terceiro horários acontece o intervalo do recreio de 15 minutos para servir o lanche os alunos voltam à sala da terceira aula e ao concluir, antes da quinta aula toca a música pela segunda vez troca de sala para assistirem o 5º e 6º horário. Concluindo acontecem duas trocas de sala, uma entre a 2ª e 3ª aula e a outra entre a 4ª e 5ª aula.
Com todas essas mudanças, os colégios matem em 2009 em funcionamento; 12 salas de aula no turno matutino. (1° A, B, C, D, E; 2° A, B, C, D e 3° A, B, C), 09 salas no turno vespertino (1° F, G, H, I; 2° E, F, G e 3° D, E); e no noturno são 10 turmas (1° J, K, L, 2° H, I, J, e 3° F, G, H, I).
Outro aspecto importante que não se pode deixar de mensurar é a implantação da ressignificação do Ensino Médio nas séries de 1º ano 2009 e assim sucessivamente, bem como o fato de inserir o regime da semestralidade na nova matriz curricular, que permite executar 28 disciplinas da base comum e mais duas opcionais. As disciplinas da base comum correspondem à mesma matriz curricular de 2008 e as disciplinas opcionais funcionam da forma apresentada no quadro em anexo. (MATRIZ CURRICULAR 2009) Sendo opcionais na Matrícula, mas obrigatórias a partir da matrícula realizada em que cada aluno faz duas disciplinas opcionais por bimestre. Na matriz curricular 2009 as disciplinas são desenvolvidas no regime de semestralidade atendendo a 100 dias letivo e /ou 400h/a em cada semestre perfazendo em sua totalidade 200 dias letivos e/ou 800 h/a. Critério tanto para base comum como da base diversificada e opcionais. A média bimestral é 6,0 sendo necessário o mínimo de 120 pontos para aprovação semestral. Em relação às disciplinas opcionais segue o mesmo percentual para aprovação, mas no semestre seguinte o aluno escolherá outras duas disciplinas para matricular – se sendo cursado duas disciplinas diferentes por semestre, um total de quatro disciplinas opcionais por ano. Essas foram às mudanças ocorridas na atual administração. Os alunos de 2º e 3º ano seguem a matriz curricular de 2007, com o sistema de ensino anual sendo também média 6,0 e o percentual mínimo para aprovação é de 240 pontos. Observação todas as turmas participam da recuperação contínua e cumulativa de acordo com a 03/2006, apenas com uma ressalva, a recuperação é realizada no horário da aula do professor envolvendo todos os alunos da sala, os que têm médias acima e abaixo de 6,0 participam no seu horário de uma aula para revisar e tirar dúvidas do conteúdo desenvolvido no bimestre. Estas aulas de recuperação da aprendizagem acontecem após a semana de avaliações bimestrais. Depois das aulas de revisão os alunos que tem média abaixo de 6,0 participam de um provão envolvendo às disciplinas. Os alunos que assimilam o conteúdo e conseguem atingir a média participam apenas de um provão no final de cada semestre. O valor cotado a cada provão bimestral 2,5. A nota atingida pelo aluno neste provão é somada a média do bimestre.
A avaliação da aprendizagem aplicada ao aluno é contínua e cumulativa. Os professores aplicam atividade em classe e extra-classe, relatórios, teatro, palestras, seminários, pesquisas, apresentações, realização de projetos, entre outras e no final de cada bimestre acontecem às avaliações bimestrais agendadas pela coordenação pedagógica e professores. Em reuniões e discussões entre pais, professores, equipe pedagógica e gestora ficaram definidos que as atividades aplicadas no decorrer das aulas (as citas anteriormente) atingem o valor 6,0 e as avaliações agendadas pela coordenação pedagógica alcançam o valor 4,0. (atividades = 6,0 + avaliações bimestrais = 4,0 resultado total = 100).
Porém voltando a análise das linhas básicas do Projeto Pedagógico da escola, percebemos que o mesmo identifica a escola, seu espaço físico, quadro de alunos, turmas e funcionários e ainda têm a proposta de constituir atividades integradas, objetivando a formação para a cidadania, preparação profissional, sucesso no vestibular e acima de tudo a preparação para suas vivências futuras.










18 de jun. de 2009

Videochat em inglês
Conteúdo Compreensão e Produção Oral
Objetivos Participar de uma videoconferência, ou videochat, utilizando uma conversa informal.
Conteúdos - Compreensão e produção oral. - Wh-questions e Yes-no questions. - Descrição de espaços. - Expressão de gostos.
Tempo estimado 12 aulas.
Material necessário
Computador com internet e programa de videoconferência, como o Skype (faça o download e confira as configurações mínimas em skype.com/intl/pt/donwload/skype/windows).
Desenvolvimento Preparação É essencial combinar com outro professor de Língua Estrangeira as datas para a realização da videoconferência - a atividade deve envolver escolas ou turmas distintas.
1ª etapa Para apresentar o gênero conversa, elabore com os alunos uma lista de informações pessoais que gostariam de saber quando conhecem alguém. Debata a diferença de informação privada e pública, pontuando sobre o que pode ser compartilhado num contato inicial com desconhecidos.
2ª etapa Discuta com a turma as diversas ferramentas da internet para conhecer pessoas, refletindo sobre as precauções necessárias nesses contatos. Apresente a proposta de uma videoconferência em inglês com os alunos de outra escola ou turma, enfatizando que a missão da garotada será descrever o perfil dos participantes.
3ª etapa Para orientar a atividade, elabore um formulário com os pontos que deverão fazer parte da conversa: name, nationality, birth date, school’s name, school’s address, e-mail, grade, reading genres, musical genres, entertainment, hobbies. Com base no formulário, os estudantes devem criar perguntas do tipo wh-questions (What’s your name?, when is your birthday?, what do you do in your free time? etc.). Debata as possíveis respostas antes da realização da videoconferência.
4ª etapa Organize a videoconferência, procurando certificar-se de que todos tenham a possibilidade de se comunicar. Cada aluno deverá registrar, no formulário, as informações sobre seu interlocutor. Avaliação Durante as videoconferências, observe problemas de pronúncia e de compreensão, abordando as principais dificuldades em futuras aulas.
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Consultoria: Andrea Vieira Miranda ZinniFormadora de professores e selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10,
Helena Andrade MendonçaPsicopedagoga e coordenadora de informática na escola Stance Dual, em São Paulo, SP.
Àqueles interessados em saber mais sobre interação oral mediada pelo computador para a aprendizagem de línguas estrangeiras, recomendo acessar www.teletandembrasil.org , um projeto de pesquisa acerca da aprendizagem de línguas em ambiente virtual que já dispõe de publicações interessantes sobre o assunto.

16 de jun. de 2009

PROJETO GUARDIÕES DO MEIO AMBIENTE

Justificativa

A realização de projetos, aliada à discussão dos conteúdos da temática ambiental, delineia um campo referencial de desenvolvimento de valores e atitudes e promove a presença sistemática das questões ambientais na escola. A construção do conhecimento ambiental da região e a busca de soluções de problemas cotidianos e imediatos como a crescente produção de lixo e poluição do meio ambiente pelos mesmos, requer o envolvimento individual e coletivo com o espaço em que os alunos vivem.
A quantidade de lixo domiciliar produzida no Brasil atualmente é de 115 mil toneladas por dia. Cerca de 30% de todo o lixo é composto de materiais recicláveis como papel, vidro, plástico e latas. Tirar esses materiais do lixo traz uma série de vantagens. Uma delas é a preservação dos recursos naturais e de energia oriunda da reciclagem. Cada lata de alumínio reciclada, por exemplo, economiza energia elétrica suficiente para manter uma lâmpada de 60 watts acesa por quatro horas. E a reciclagem de 100 toneladas de plástico evita o uso de uma tonelada de petróleo.
A coleta seletiva também diminui o volume de lixo que vai para os aterros sanitários, aumentando sua vida útil e evitando que as prefeituras tenham de gastar dinheiro com a construção de novos aterros. Outro ganho para a sociedade acontece quando os materiais recicláveis são encaminhados para centrais de triagem mantidas por cooperativas de catadores, que têm ali um trabalho mais digno do que vasculhar recicláveis pelas ruas ou em lixões.
Por ser um campo acessível e familiar, a reciclagem e o consumo consciente pode ser um campo de práticas nas quais o conhecimento adquire significado e impulsiona a participação, as iniciativas e a mudança de hábitos em busca de conservarem recursos renováveis e não renováveis aderindo, assim, às atitudes de sustentabilidade.

O fato de nosso município ainda não dispor de um sistema público de coleta seletiva de materiais descartáveis não deve nos deixar imóveis em relação aos nossos deveres de preservar e manter o ambiente limpo, a fim de evitar locais de proliferação de animais transmissores de doenças. É por isso que ao longo desse ano vamos ministrar aulas, palestras realizar diversos tipos de movimento que estimulem toda a comunidade escolar a refletir suas atitudes e a adotar novas práticas como, por exemplo, a de reduzir, reutilizar e reciclar a fim de diminuir o aquecimento global e ajudar a natureza.
Pessoas Envolvidas no Projeto:
Toda equipe docente e discente do C.E. Stellanis Kopanakis Pacheco
Familiares dos Alunos
Toda a comunidade porangatuense

14 de jun. de 2009

ENSINO MÉDIO
O ensino médio, etapa final da educação básica, com duração mínima de três anos, terá como finalidades: (Art. 35 LDB nacional e Art. 50 LDB estadual) a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos; a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores; o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina, ou áreas de conhecimento. Dada às suas características e versatilidade, o colégio de Ensino Médio Stellanis Kopanakis Pacheco usa uma metodologia diferenciada, preservando o desenvolvimento e a iniciativa de cada um dos jovens que dela se utilizam. Um princípio pedagógico já bastante assimilado entre os que se dedicam ao Ensino Médio é o da incorporação da cultura e da realidade vivenciada do educando como conteúdo ou ponto de partida da prática educativa. O Colégio de Ensino Médio Stellanis Kopanakis Pacheco, localizada na zona urbana do município Porangatu, pertencente a rede estadual de ensino, atende a uma clientela diversificada sendo aluno da zona urbana e rural, bem como portadores de necessidades especiais, funcionando nos turnos manhã, tarde ou noite. O estabelecimento de ensino colabora com o desenvolvimento da comunidade local, que tem como fontes econômicas principais a agricultura, o comércio, indústria (Bionasa, Ferrovia Norte e Sul, Esmagadora de grãos, laticínios, Curtume e frigorífico), etc. As principais dificuldades que a população do município enfrenta são o desemprego e o baixo poder aquisitivo da população. Os jovens sentem uma dificuldade muito grande para ingressar no mercado de trabalho devido a falta de emprego, hoje a realidade começa a ter uma nova perspectiva, graças as novas empresas que estão situando-se em Porangatu.O Colégio Estadual Stellanis Kopanakis Pacheco, Situado na Rua 03entre as Ruas 16 e 17, s/nº, setor Central, na cidade de Porangatu-Goiás, (lei de Criação nº 1054 - 01-06-1973) busca melhorias na qualidade de ensino, inovações em sua prática pedagógica, criando condições para uma educação de inclusão, equalizadora, propiciando oportunidades de interação entre as diversas áreas do conhecimento e aspectos da vida cidadã, como conteúdos básicos para a constituição de conhecimentos e valores, em que a única igualdade é cada educando ser diferente e único. Acreditando que todo ser humano tem potencial criador e que não vive isolado e é co-responsável pelo meio que o cerca, este Colégio oferece uma Educação em que se busca desenvolver o aprender a aprender, o aprender a fazer, o aprender a conviver e o aprender a ser, favorecendo o desenvolvimento de habilidades e competências inerentes a uma educação processual e sistematizada, sem perder o elo com o novo, o holístico, em que o objetivo básico é o crescimento deste ser de forma integral, participativa e consciente de sua importância individual em um conjunto maior que é a sociedade no qual está inserido.